Com certeza vcoê deve se lembrar da Lista de Furnas, uma lista onde contém nomes de políticos beneficiados por um Caixa 2 da Estatal Furnas. Este foi um "escândalosinho" segundo a grande mídia na época em que Roberto Jefferson denunciava o "mensalão" e nós assistíamos todos os dias, ao vivo, como se fosse um jogo decisivo a tal da CPI do Mensalão com Alvaro Dias, Osmar Serraglio, Agripino Maia, e outros demo-tucanos derrubando (ou tentando derrubar) um a um todos os nomes fortes do PT e do governo Lula.
Mas, como não se pode cuspir pra cima, logo apareceu a tal Lista de Furnas, que foi colocada também à apreciaçaõ da CPI que trabalhava a todo vapor, porém fez pouco caso. Adivinhe por quê?
Ora, na lista de beneficiados estão os nome de 156 parlamentares do PSDB e do DEM (na época ainda PFL, além de outros menos cotados, como o PPS), entre eles Alckmin e Serra, que teriam recebido dinheiro de caixa 2 de Dimas Toledo, levado ao cargo de presidente de Furnas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Agora você me pergunta: Por que seria que estou "ressucitando" esta lista?
Porque agora surgiu um novo escândalo que a Globo, Veja e outros "órgãos de imprensa" estão noticiando (ou não) de forma como se fosse a coisa mais normal do mundo, o Mensalão do DEM na operação da Polícia Federal cahamada Caixa de Pandora. Parece que o governo de Arruda no Distrito Federal andou distribuindo dinheiro a amigos...
E ainda conseguem atacar o PT...
domingo, 29 de novembro de 2009
Você conhece o caderno destaques?
Destaques é uma publicação bimestral da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que informa as principais ações e programas do Governo Federal. Através dele é possível ver índices de crescimento, retrato econônmico do Brasil, dentre outras boas notícias que merecem ser vistas, já que a mídia golpista não mostra.
Clique aqui e baixe a última edição do caderno dos meses de novembro e dezembro deste ano.
sábado, 28 de novembro de 2009
Jornal Hora do Povo
Mídia golpista tira a máscara e advoga o pré-sal para as múltis
Demo-tucanos deveriam pensar duas vezes antes de embarcar sem volta numa nova canoa furada
A mídia golpista e a oposição mais uma vez se associam para trabalhar contra o Brasil.
Segundo elas, o projeto do governo Lula para o pré-sal não dá a devida consideração às magníficas contribuições que as multinacionais podem trazer ao Brasil na exploração do pré-sal.
Compreende-se que os monopólios de mídia queiram garantir os interesses de seus anunciantes. E basta folhear uma publicação impressa ou sintonizar as emissoras de televisão dos referidos monopólios para ver que, no essencial, é a publicidade das multinacionais que viabiliza a sua existência.
Isto dá às múltis muitos direitos sobre a mídia golpista, mas nenhum sobre o pré-sal.
A contribuição das multinacionais para que o Brasil primeiro conquistasse a auto-suficiência petrolífera e depois realizasse a grande descoberta foi igual a zero.
Tudo dependeu exclusivamente do esforço do povo, da União e da Petrobrás. E a nossa principal empresa não precisa nem da tecnologia, nem dos recursos financeiros que as petroleiras internacionais possam obter para explorar o pré-sal.
Portanto, parafraseando o grande sábio de Nazaré, este é um caso típico para que se dê às multinacionais o que é delas e à Petrobrás o que é da Petrobrás.
A oposição deveria refletir sobre isso antes de embarcar numa nova canoa furada - desta vez, pela magnitude da traição, sem direito a volta.
Sempre que você quiser realmente ficar bem informado, acesse http://www.horadopovo.com.br/
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Recebi este artigo do PT Estadual e penso que é bom repassar...
ARTIGO: Adeus, FHC
* Leandro Fortes
Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas eatrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco –, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.
Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso.
Das eleições de 1994 surgiu esse esboço de FHC que ainda vemos no noticiário, um antípoda do mítico “príncipe dos sociólogos” brotado de um ninho de oposição que prometia, para o futuro do Brasil, a voz de um homem formado na adversidade do AI-5 e de outras coturnadas de então. Sobrou-nos, porém, o homem que escolheu o PFL na hora de governar, sigla a quem recorreu, no velho estilo de república de bananas, para controlar a agenda do Congresso Nacional, ora com ACM, no Senado, ora com Luís Eduardo Magalhães, o filho do coronel, na Câmara dos Deputados. Dessa tristeza política resultou um processo de reeleição açodado e oportunista, gerido na bacia das almas dos votos comprados e sustentado numa fraude cambial que resultou na falência do País e no retorno humilhante ao patíbulo do FMI.
Isso tudo já seria um legado e tanto, mas FHC ainda nos fez o favor de, antes de ir embora, designar Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, o que, nas atuais circunstâncias, dispensa qualquer comentário. Em 1994, rodei uns bons rincões do Brasil atrás do candidato Fernando Henrique, como repórter do Jornal do Brasil. Lembro de ver FHC inaugurando uma bica (isso mesmo, uma bica!) de água em Canudos, na Bahia, ao lado de ACM, por quem tinha os braços levantados para o alto, a saudar a miséria, literalmente, pelas mãos daquele que se sagrou como mestre em perpetuá-la. Numa tarde sufocante, durante uma visita ao sertão pernambucano, ouvi FHC contar a uma platéia de camponeses, que, por causa da ditadura militar, havia sido expulso da USP e, assim, perdido a cátedra. Falou isso para um grupo de agricultores pobres, ignorantes e estupefatos, empurrados pelas lideranças pefelistas locais a um galpão a servir de tribuna ao grande sociólogo do Plano Real. Uns riram, outros se entreolharam, eu gargalhei: “perder a cátedra”, naquele momento, diante daquela gente simples, soou como uma espécie de abuso sexual recorrente nas cadeias brasileiras. Mas FHC não falava para aquela gente, mas para quem se supunha dono dela.
Hoje, FHC virou uma espécie de ressentido profissional, a destilar o fel da inveja que tem do presidente Lula, já sem nenhum pudor, em entrevistas e artigos de jornal, justamente onde ainda encontra gente disposta a lhe dar espaço e ouvidos. Como em 1998, às vésperas da reeleição, quando foi flagrado em um grampo ilegal feito nos telefones do BNDES. Empavonado, comentava, em tom de galhofa, com o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, das Comunicações, da subserviência da mídia que o apoiava acriticamente, em meio a turbilhão de escândalos que se ensaiava durante as privatizações de então:
Mendonça de Barros – A imprensa está muito favorável com editoriais. FHC – Está demais, né? Estão exagerando, até!
A mesma mídia, capitaneada por um colunismo de viúvas, continua favorável a FHC. Exagerando, até. A diferença é que essa mesma mídia – e, em certos casos, os mesmos colunistas – não tem mais relevância alguma.
Resta-nos este enredo de ópera-bufa no qual, no fim do último ato, o príncipe caído reconhece a existência do filho bastardo, 18 anos depois de tê-lo mandado ao desterro, no bucho da mãe, com a ajuda e a cumplicidade de uma emissora de tevê concessionária do Estado – de quem, portanto, passou dois mandatos presidenciais como refém e serviçal.
Agora, às portas do esquecimento, escondido no quarto dos fundos pelos tucanos, como um parente esclerosado de quem a família passou do orgulho à vergonha, FHC decidiu recorrer à maconha.
A meu ver, um pouco tarde demais.
Leandro Fortes é colunista da revista Carta Capital. É jornalista, professor e escritor, autor dos livros "Jornalismo Investigativo","Cayman: o dossiê do medo" e "Fragmentos da Grande Guerra", entre outros.
Também mantém um blog chamado Brasília, Eu vi -
http://brasiliaeuvi.wordpress.com.
* Leandro Fortes
Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas eatrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco –, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.
Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso.
Das eleições de 1994 surgiu esse esboço de FHC que ainda vemos no noticiário, um antípoda do mítico “príncipe dos sociólogos” brotado de um ninho de oposição que prometia, para o futuro do Brasil, a voz de um homem formado na adversidade do AI-5 e de outras coturnadas de então. Sobrou-nos, porém, o homem que escolheu o PFL na hora de governar, sigla a quem recorreu, no velho estilo de república de bananas, para controlar a agenda do Congresso Nacional, ora com ACM, no Senado, ora com Luís Eduardo Magalhães, o filho do coronel, na Câmara dos Deputados. Dessa tristeza política resultou um processo de reeleição açodado e oportunista, gerido na bacia das almas dos votos comprados e sustentado numa fraude cambial que resultou na falência do País e no retorno humilhante ao patíbulo do FMI.
Isso tudo já seria um legado e tanto, mas FHC ainda nos fez o favor de, antes de ir embora, designar Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, o que, nas atuais circunstâncias, dispensa qualquer comentário. Em 1994, rodei uns bons rincões do Brasil atrás do candidato Fernando Henrique, como repórter do Jornal do Brasil. Lembro de ver FHC inaugurando uma bica (isso mesmo, uma bica!) de água em Canudos, na Bahia, ao lado de ACM, por quem tinha os braços levantados para o alto, a saudar a miséria, literalmente, pelas mãos daquele que se sagrou como mestre em perpetuá-la. Numa tarde sufocante, durante uma visita ao sertão pernambucano, ouvi FHC contar a uma platéia de camponeses, que, por causa da ditadura militar, havia sido expulso da USP e, assim, perdido a cátedra. Falou isso para um grupo de agricultores pobres, ignorantes e estupefatos, empurrados pelas lideranças pefelistas locais a um galpão a servir de tribuna ao grande sociólogo do Plano Real. Uns riram, outros se entreolharam, eu gargalhei: “perder a cátedra”, naquele momento, diante daquela gente simples, soou como uma espécie de abuso sexual recorrente nas cadeias brasileiras. Mas FHC não falava para aquela gente, mas para quem se supunha dono dela.
Hoje, FHC virou uma espécie de ressentido profissional, a destilar o fel da inveja que tem do presidente Lula, já sem nenhum pudor, em entrevistas e artigos de jornal, justamente onde ainda encontra gente disposta a lhe dar espaço e ouvidos. Como em 1998, às vésperas da reeleição, quando foi flagrado em um grampo ilegal feito nos telefones do BNDES. Empavonado, comentava, em tom de galhofa, com o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, das Comunicações, da subserviência da mídia que o apoiava acriticamente, em meio a turbilhão de escândalos que se ensaiava durante as privatizações de então:
Mendonça de Barros – A imprensa está muito favorável com editoriais. FHC – Está demais, né? Estão exagerando, até!
A mesma mídia, capitaneada por um colunismo de viúvas, continua favorável a FHC. Exagerando, até. A diferença é que essa mesma mídia – e, em certos casos, os mesmos colunistas – não tem mais relevância alguma.
Resta-nos este enredo de ópera-bufa no qual, no fim do último ato, o príncipe caído reconhece a existência do filho bastardo, 18 anos depois de tê-lo mandado ao desterro, no bucho da mãe, com a ajuda e a cumplicidade de uma emissora de tevê concessionária do Estado – de quem, portanto, passou dois mandatos presidenciais como refém e serviçal.
Agora, às portas do esquecimento, escondido no quarto dos fundos pelos tucanos, como um parente esclerosado de quem a família passou do orgulho à vergonha, FHC decidiu recorrer à maconha.
A meu ver, um pouco tarde demais.
Leandro Fortes é colunista da revista Carta Capital. É jornalista, professor e escritor, autor dos livros "Jornalismo Investigativo","Cayman: o dossiê do medo" e "Fragmentos da Grande Guerra", entre outros.
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Deu no Blog do Emir
O sub-udenismo
Por mais diferentes que possam parecer as condições históricas, a polarização política atual se parece incrivelmente àquela de décadas atrás entre Getúlio e a oligarquia paulista. Alguns personagens são os mesmos – os Mesquitas, por exemplo -, outros se agregam a eles – os Frias, os Civitas -, os partidos tem outros nomes – PSDB no lugar da UDN; PSOL, no lugar da Esquerda Democrática; FHC no lugar de um udenista carioca, mas o xodó da direita paulista de então, Carlos Lacerda; intelectuais acadêmicos mudam de nome, mas repetem o mesmo papel.
O anti-getulismo era o mote central que aglutinava a direita e setores de esquerda que, confundidos, se somavam àquela frente. Na defesa da “liberdade” de imprensa, supostamente em risco, quando o monopólio era total – com exceção da Última Hora – em favor da oposição. Liberdade de educação, supostamente em risco, a educação privada, pelos avanços do “estatismo” getulista.
Em defesa do Estado, supostamente assaltado por sindicalistas e pelo partido do Getúlio – o PTB – e pelos sindicalistas, petebistas e comunistas. Excessiva tributação do Estado, populismo de aumentos regulares do salário mínimo. Denúncias de corrupção. Alianças internacionais com intuitos de abocanhar governos em toda a região, tendo Perón como aliado estratégico.
Era a polarização da guerra fria: democracia contra ditadura, liberdade contra totalitarismo. O Estadão se referia nos seus editoriais ao governo “petebo-castro-comunista”, quando falava do governo Jango, uma continuação do de Getúlio.
A Esquerda Democrática, que tinha surgido dentro da UDN, depois se abrigou no Partido Socialista, se opunha ferreamente à URSS (ao stalinismo), aos partidos comunistas e ao getulismo, como um bloco único. Era composta bascamente de intelectuais, os principais – como Antonio Cândido, Azis Simão, entre outros – fizeram autocrítica por terem finalmente ficado com a direita contra Getúlio.
O Partido Comunista, que em 1954 tinha ficado contra Getúlio, somando-se à oposição, teve que sentir a reação popular, quando os trabalhadores, assim que souberam do suicídio de Getúlio, se dirigiram em primeiro lugar à sede do jornal do PC, para atacá-lo. Um testemunho dramático revela os dilemas em que tinha se metido o PCB: Almino Afonso, extraordinário parlamentar da esquerda, ia se somar à marcha, apoiada pelos comunistas, contra Getúlio. Quando a marcha chegou ao Largo São Francisco, onde se somariam os estudantes, Almino se deu conta que a marcha era liderada pelas madames representantes da mais reacionária burguesia paulista. E, nesse momento, se perguntou, onde tinham se metido, com quem, que papel estavam jogando. E se deu conta que estavam do lado errado, com a direita, contra Getúlio.
Atualmente, o bloco opositor ao governo Lula está composto de forças as mais similares àquelas que se opunham a Getúlio. O governo Lula aparece sendo acusado de coisas muito similares: estatismo, impostos, sindicalistas, corrupção, apropriação do Estado para fins partidários, gastos excessivos com políticas sociais, alianças internacionais que distanciam o país da aliança com os EUA, favorecendo a lideres nacionalistas, etc.,etc. Então e agora, a oposição conta com a SIP – Sociedade Interamericana de Imprensa -, que pregou e apoiou a todos os golpes militares no continente.
Como agora, a frente direitista foi sempre derrotada pelo voto popular, a ponto que a UDN chego a pedir o “voto de qualidade”, com o pretexto de o voto de um médico ou de um engenheiro deveria valer mais do que o voto de um operário, no seu desespero de sentir que perdia o controle do país para uma coligação apoiada no voto popular.
Da mesma forma que depois da morte de Getúlio, se chocam o desenvolvimento e o “moralismo” privatizante da UDN, um projeto nacional e popular e o revanchismo de 1932, que pretende que a elite paulista é a locomotiva da nação, quando ela se apóia no trabalho dos milhões de trabalhadores superexplorados pelas grande empresas internacionalizadas, milhões de trabalhadores, entre os quais se encontram os retirantes do nordeste, que foram construir a grandeza de São Paulo.
O sub-udenismo atual – o primeiro como tragédia, o segundo como farsa - está tão fadado ao fracasso e a desaparecer de cena – FHC, Tasso Jereissatti, Bornhausen, Marco Maciel, Pedro Simon – como desapareceram seus antecessores, a começar por Carlos Lacerda – de que FHC é uma triste caricatura. Inclusive porque agora lhes falta um elemento essencial – poder bater nas portas dos quartéis, pelo que eram chamados de “vivandeiras de quartel”. Resta-lhes o traje escuro do luto, cor preferida de Lacerda e que cai tão bem em FHC – a cor do corvo, a ave de rapina, ave de mau agouro, a quem só resta ser Cassandra de um caos que souberam produzir, mas que foi superada exatamente pela sua derrota e seu fracasso. Sobre o seu cadáver se edifica o Brasil para todos.
Acesse diretamente no Blog do Emir
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Concordo com a companheira Márcia...
Estava navegando pelos blogs da cidade quando me deparei com o blog de uma velha amiga e vejam só a postagem da companheira:
VENDE-SE REPÓRTER!
Parece que virou moda...Que algumas pessoas mudam de lado político ou viram a casaca todo mundo sabe, mas o que nos surpreende é que em nossa cidade isso virou moda no meio jornalístico...Não são todos é claro, mas alguns devem ficar com a pulga atrás da orelha, principalmente se confiaram demais ou informaram demais seus pupilos jornalísticos...Não me assombrará se qualquer dia desses abrirmos os classificados e nos depararmos com o seguinte anúncio:
VENDE SE REPÓRTER
CARACTERÍTICAS: Perfeitamente adaptável às idéias do seu dono, graduação mínima(isso é dispensável hoje no Brasil).
Cartão de memória recarregável.
VALOR: à combinar.
Claro que isso é só minha imaginação...mas é de arrepiar não é?

Acesse http://profmarciapt.blogspot.com/
VENDE-SE REPÓRTER!
Parece que virou moda...Que algumas pessoas mudam de lado político ou viram a casaca todo mundo sabe, mas o que nos surpreende é que em nossa cidade isso virou moda no meio jornalístico...Não são todos é claro, mas alguns devem ficar com a pulga atrás da orelha, principalmente se confiaram demais ou informaram demais seus pupilos jornalísticos...Não me assombrará se qualquer dia desses abrirmos os classificados e nos depararmos com o seguinte anúncio:
VENDE SE REPÓRTER
CARACTERÍTICAS: Perfeitamente adaptável às idéias do seu dono, graduação mínima(isso é dispensável hoje no Brasil).
Cartão de memória recarregável.
VALOR: à combinar.
Claro que isso é só minha imaginação...mas é de arrepiar não é?

Acesse http://profmarciapt.blogspot.com/
TODOS OS COMENTÁRIOS PUBLICADOS...
A mim parece que as únicas duas pessoas em Guarapuava que têm dúvidas sobre estas questões são o Senhor João da Silva e o blogueiro Roberto Lobo, que se não me falhe a memória não se encontrava em Guarapuava quando tais questões foram esclarecidas.
Recebi este comentário no blog e fui desafiado a publicá-lo. Leiam-no abaixo ou atravé do link: http://vereadorantenor.blogspot.com/2009/11/fala-do-vereador-antenor-na-sessao-de.html#comments
ola JOÃO também me chamo joão ,PERGUNTA PARA O VEREaDOR QUANTOs ASSESSORES ELE TEM E QUANTO CADA UM GANHA? QUANTO ELE ACERTOU PARA APOIAR O ADMIR E QUANTO ELE GASTA DO ORÇAMENTO DA CAMARA S EELE FOR ÉTICO, PUBLICA ESTA MENSAGEM
PERGUNTA TAMBÉM SE O PROGRAMA DELE RECEBE VERBA DO GOVERNO DO MENSALÃO
PERGUNTA JÁ QUE ELE TEM HISTÓRIA ONDE ELE FEZ BOM DEIXA PRA PROXIMA...
JOÃO DA SILVA .
PERGUNTA TAMBÉM SE O PROGRAMA DELE RECEBE VERBA DO GOVERNO DO MENSALÃO
PERGUNTA JÁ QUE ELE TEM HISTÓRIA ONDE ELE FEZ BOM DEIXA PRA PROXIMA...
JOÃO DA SILVA .
Pois bem, existem fatos e falácias que não valem a pena ser respondidos, porém este me chama a atenção porque já vi estes comentários e perguntas em outros blogs por aí. Primeiramente gostaria de dizer ao João da Silva, um João dentre tantos que existem por aí, mas que ao visto não deve ser cidadão de Guarapuava por não conhecer as respostas destas perguntas. A primeira pergunta já foi respondida pela vereadora Maria José nas primeiras sessões da Câmara deste ano, na época ainda havia a discussão sobre assessorias. E como o orçamento da Câmara, assim como de Prefeituras, Estados e União dizem respeito ao dinheiro público, as assessorias estão publicados no Boletim Oficial de Guarapuava. Portanto, cada cidadão ou cidadã deve ter acesso e ler o boletim.
Quanto apoiar este ou aquele candidato à mesa diretora da câmara quem decide não sou eu, mas o Partido dos Trabalhadores de Guarapuava através de sua Executiva Municipal, que, na época, deliberou primeiramente minha candidatura à presidência, depois, revendo as chances de eleição, deliberou novamente que meu voto seria ao candidato de oposição, portanto não há nenhum tipo de acerto, mas uma deliberação de um grupo que se reúne a cada 15 dias para discutir a política de Guarapuava.
Mais um detalhe que é da minha vida particular, porém vou expô-lo: meu programa tem horário alugado na TV Araucária, o único recurso que tem é oriundo do meu próprio bolso e é produzido de maneira totalmente independente e sendo assim, tenho a liberdade de entrevistar e falar com quem eu bem entender não precisando ser adestrado por patrão; Ao contrário do seu inspirador (o dono dos blogs da cidade) que recebe seu salário do político a quem criticava recentemente e agora lambe no prato que cuspiu, não podendo questionar a origem dos recursos que o sustentam, pois é de conhecimento público que tal recurso tem sua origem na tentativa frustrada de privatização da Copel, quando alguns políticos da base de sustentação do governo da época foram denunciados por receber uma bela quantia para dar seu voto favorável a tal privatização.
Mas não é só isso, podemos também questionar se parte do recurso que vai para o blogueiro em questão, não veio da mal falada privatização das rodovias do Paraná que levou aos famosíssimos pedágios.
E por aí vamos...
Desemprego cai em outubro, segundo pesquisa Seade-Dieese
Flávia Albuquerque Repórter da Agência Brasil | |
| | São Paulo - A taxa de desemprego nas regiões metropolitans de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal passou de 14,4% em setembro para 13,7% em outubro, de acordo com a pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em outubro, o número de desempregados nas seis regiões pesquisadas foi estimado em 2,756 mlhões de pessoas, 133 mil a menos do que no mês de setembro. No mês passado o nível de ocupação aumentou 1,3%. Foram criadas 225 mil vagas e 91 mil pessoas entraram no mercado de trabalho. O total de trabalhadores ocupados foi estimado em 17,386 milhões e a população economicamente ativa, em 20,141 milhões. |
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Regularização Bairro Paz e Bem
VOCÊ CONHECE O PROGRAMA PAPEL PASSADO?
Vejam a carta encaminhada ao Ministro Paulo Bernardo:
Melhorar as condições de habitabilidade de assentamentos humanos precários, reduzir riscos mediante sua urbanização e regularização fundiária, integrando-os ao tecido urbano da cidade.
A população de baixa renda que mora em favelas, loteamentos e conjuntos habitacionais irregulares é a beneficiária final do programa Papel Passado. Trata-se de uma ação que apóia a regularização fundiária sustentável. A intenção é que estados, municípios e o Distrito Federal tenham condições de implementar nesses locais projetos de regularização urbanística ambiental e jurídico-legal.
Em 2003, o Governo Federal por meio do Ministério das Cidades formulou, pela primeira vez no País, uma política nacional de regularização fundiária de áreas urbanas. Essa política se concretizou com o Programa Papel Passado, coordenado pela Secretaria Nacional de Programas Urbanos. O Programa visa apoiar Estados, Municípios, entidades da administração pública indireta e associações civis sem fins lucrativos na promoção da regularização fundiária sustentável de assentamentos informais em área urbanas.
Fiz este histórico para informar que Guarapuava também tem areas ilegais, a exemplo da Vila Paz e Bem, a qual terá sua regularização garantida através deste programa. No dia 02 de outubro, estive na Colônia Vitória na inauguração da nova maltaria da Agrária como tantos outros políticos de Guarapuava e do Paraná como um todo, porém não estava lá com a mesma intenção. Fui com a missão de entregar ao Ministro do Planejamento Paulo Bernardo a carta assinada pelo presidente da Associação de Moradores do Paz e Bem pedindo a regularização dos terrenos. E ao que tudo indica deu certo, as famílas que moram lá terão as escrituras dos terrenos. e´uma verdadeira mudança de paradigma: de “terra pública é terra de ninguém” para “terras da União pertencem ao povo brasileiro”
Vejam a carta encaminhada ao Ministro Paulo Bernardo:
"depois do Rodoanel, desabam as vigas da candidatura Serra; pesquisa CNT/Sensus mostra tucano com 31,8% das intenções de voto, contra 46,5% em dezembro de 2008; Dilma sobe para 21,7% contra 10,4% , dobrando o fôlego no período. A pesquisa mediu também o apreço das ruas pelo legado tucano: 76% dos brasileiros acham o governo Lula melhor que o do PSDB; 49,3% não votariam em candidato apoiado por FHC; 51,7% homologariam um nome apontado pelo Presidente Lula para sucedê-lo em 2010."
(Carta Maior desconfia que os 21 mil exemplares diários vendidos pela Folha em banca já não influenciam tanto a opinião dos brasileiros...;23-11)
Frase retirada da página inicial do Portal Carta Maior (http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm)
(Carta Maior desconfia que os 21 mil exemplares diários vendidos pela Folha em banca já não influenciam tanto a opinião dos brasileiros...;23-11)
Frase retirada da página inicial do Portal Carta Maior (http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Vereador Antenor fala sobre alteração na cobrança da taxa de lixo em Guarapuava a partir de 2010
Em intervenção na Câmara Municipal, na sessão de segunda-feira, 16 de novembro, Antenor fala sobre o aumento da taxa da coleta de lixo em Guarapuava por ocasião da mudança para o IPTU. O vereador deixou claro o “desconforto” da população em ter reajustado seu IPTU por não ter escolha.
Discussão sobre a possível implanatação de um Campus da UTF PR em Guarapuava
Na sessão do dia 16 de novembro de 2009, o Deputado Federal Cesar Silvestri (PPS - PR), falou sobre uma possível implantação de um Campus da universidade Federal Tecnológica em Guarapuava. O deputado, duarante a intervençaõ de Antenor, reconheceu que o governo do Presidente Lula vem fazendo um brilhane trabalho no ensino superior do Brasil.
Somente no governo Lula foram implantadas 12 universidades no em todo o país. Em nossa região, destaca-se a Universidade da Fronteira Sul, que já está em fase de contratação de professores e profissionais.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Jornal francês destaca investimento do Brasil
O jornal francês Le Monde publicou duas reportagens sobre o ensino superior no Brasil. As matérias estão traduzidas e reproduzidas na seqüência e também em sua versão original.
Lula inventa a universidade brasileira do século XXI
Democratizar o acesso ao ensino superior
É uma injeção de oxigênio que Lula trouxe ao ensino superior brasileiro, a fim de destacar o desafio da economia do conhecimento. Desde 2002, o governo multiplicou os planos para dinamizar a universidade brasileira. É que o Brasil já começa defasado: com apenas 4,9 milhões de estudantes (ou seja, 16% dos brasileiros de 18 a 24 anos), o país, até agora, não conseguiu democratizar seu ensino superior. Seu sistema vai de encontro à equidade social. As classes médias superiores acessam, em grande maioria, as 200 instituições de ensino superior públicas e gratuitas, enquanto os outros se inscrevem em uma das 1,8 mil instituições privadas (confessionais, comunitárias ou com fins lucrativos) e pagas.
Seletivo, o sistema universitário favorece os alunos mais preparados no ensino médio; o vestibular, exame de entrada para a universidade, é de fato mais fácil para as classes mais abastadas que passaram por escolas privadas (muito caras), do que para os alunos egressos das escolas públicas, onde o nível continua medíocre.
Em lugar de questionar esse sistema como um todo – o que lhe trouxe muitas críticas – Lula preferiu desenvolver ferramentas para facilitar o acesso de todos à universidade. Primeiramente, o governo federal decidiu “reservar vagas” nas instituições privadas para estudantes de poucos recursos. Cerca de 250 mil bolsas foram assim concedidas somente em 2009. A fim de favorecer os mais pobres, o governo igualmente solicitou às universidades públicas que fixassem cotas para a entrada à universidade. Algumas reservam, assim, 50% de suas vagas aos alunos vindos de escolas públicas, bem como uma certa proporção aos alunos negros ou índios.
Fundos suplementares - Ao mesmo tempo, o Estado decidiu criar 75 mil vagas suplementares até 2012 (mais 50%) nas universidades federais públicas e recrutar, em cinco anos, 15 mil docentes-pesquisadores suplementares para abrir novos cursos. “Graças a isso, aumentei em 30% o número de vagas oferecidas. Em três anos envolvi, em média, 900 pessoas (das quais metade professores), para aumentar o pessoal em até 4,5 mil”, explica Carlos Alexandre Neto, reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. “Não havia criação de postos nas universidades desde o fim dos anos 90. Vários pesquisadores, assim, puderam encontrar uma vaga na universidade, ou retornar do exterior”, lembra Louiz Martin, da UFABC. De fato, conclui Neto, “No Brasil, nenhum governo investiu tanto nas universidades públicas antes da chegada de Lula”.
Philippe Jacquet
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domingo, 15 de novembro de 2009
MUDANÇA NA COBRANÇA DA COLETA DE LIXO EM 2010
MUDANÇA NA COBRANÇA DA COLETA DE LIXO EM 2010
Está tramitando na Câmara Municipal o projeto de Lei Complementar n° 006/2009, mandado pelo poder Executivo Municipal (Prefeito) o qual altera a cobrança da taxa de lixo.
A taxa que é cobrada na conta de água atualmente passará a ser cobrada novamente no IPTU a partir do ano de 2010. Dessa forma, os valores da cobrança passam a ser calculados a partir da área construída.
Confira abaixo a tabela os respectivos valores propostos pelo projeto:
MEDIDA IMÓVEL | VALOR EM UFMs* | VALOR EM REAIS |
Até | Isento | Isento |
Acima de | 0,1552 | R$ 5,19 mensais |
Acima de | 0,1939 | R$ 6,49 mensais |
Acima de | 0,2327 | R$ 7,79 mensais |
Acima de | 0,3103 | R$ 10,39 mensais |
Acima de | 0,3872 | R$ 12,97 mensais |
Acima de | 0,4649 | R$ 15,57 mensais |
Acima de | 0,5646 | R$ 18,91 mensais |
Acima de | 0,6643 | R$ 22,25 mensais |
Acima de | 0,7640 | R$ 25,29 mensais |
Acima de | 0,8638 | R$ 28,93 mensais |
Acima de | 0,9635 | R$ 32,277 mensais |
Acima de | 1,0632 | R$ 35,61 mensais |
Acima de | 1,629 | R$ 38,95 mensais |
Acima de | 2,3258 | R$ 77,9143 mensais |
*UFM: Unidade Fiscal do Município. Em Guarapuava, uma UFM é igual a R$ 33,50
Ou seja, em 2010, além das correções feitas anualmente, o IPTU terá mais esta cobrança.
Conforme um documento, assinado em abril pela Sanepar e o Ministério Público, está proibida a cobrança “casada” das duas taxas na mesma fatura – as tarifas só poderão ser exigidas numa mesma conta com a devida autorização dos consumidores. Atualmente, 55 municípios paranaenses vem fazendo a cobrança conjunta das duas taxas na mesma fatura.
O acordo é amparado na Lei Federal nº 8.078/90, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor e na Portaria n.º 03/99 da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça. Com o acordo, ficou definido que durante esse ano a Sanepar fará campanhas de esclarecimento para a população, comunicando que a cobrança conjunta poderá ser bloqueada a qualquer momento pelos consumidores. A partir de2010, a taxa de lixo virá no carnê do IPTU. Caso prefira fazer o pagamento parcelado do lixo na conta de água, basta não realizar o pagamento no IPTU.
O acordo é amparado na Lei Federal nº 8.078/90, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor e na Portaria n.º 03/99 da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça. Com o acordo, ficou definido que durante esse ano a Sanepar fará campanhas de esclarecimento para a população, comunicando que a cobrança conjunta poderá ser bloqueada a qualquer momento pelos consumidores. A partir de
A principal questão neste projeto de Lei, é que a partir de 2010 a Sanepar não poderá mais fazer a cobrança da taxa por se tratar do que conhecemos como “cobrança casada”, sendo assim, as prefeituras deverão enceontrar outra forma para a cobrança e essa forma é o IPTU. Como observado na tabela, os valores terão reajustes, a menor cobrança é de R$ 5,19 por mês e hoje, em média, a taxa paga no talão da conta de água é de R$ 3,30 para quem tem o consumo mínimo.
Como vereador, gostaria de saber sua opinião, portanto comente. Aqui no blog ou mande mensagem para vereadorantenor@gmail.com
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